O que é certo é que as autoridades paraguaias não resistiram a pedir uma fotografia com o detido, tal como os funcionários fiscais.



De acordo com a imprensa brasileira e paraguaia, que citam fontes judiciais, os irmãos admitiram o erro e ficaram livres do processo.
O procurador encarregado do caso, Federico Delfino, recomendou à Justiça a suspensão do processo contra os brasileiros caso estes admitissem o delito, o que aconteceu.
O Ministério Público do Paraguai declarou ainda que Ronaldinho e Roberto foram “surpreendidos na sua boa fé” o que levou à aplicação do “critério de oportunidade”, um recurso no Código Penal paraguaio usado quando o crime é admitido e os suspeitos não têm antecedentes criminais no país.
Do processo fazem parte ainda três outras pessoas: o empresário Wilmondes Sousa Lira, que a defesa de Ronaldinho acusa de ser o responsável pelos documentos falsos, e as paraguaias María Isabel Galloso e Esperanza Apolonia Caballero, que segundo o MP seriam as verdadeiras detentoras dos documentos.






