Adeptos cantam «Cristiano, Bola de Ouro» no Real-Celta

Adeptos cantam «Cristiano, Bola de Ouro» no Real-Celta

Em resumo: A 9 de janeiro de 2013, dois dias depois de Messi ganhar a quarta Bola de Ouro seguida, Cristiano Ronaldo marcou três golos na vitória do Real Madrid por 4-0 sobre o Celta de Vigo, na Taça do Rei. No fim, o Santiago Bernabéu inteiro cantou «Cristiano, Bola de Ouro».

Três golos ao Celta, na Taça do Rei, e o recado ficou dado. No fim do jogo, os adeptos do Real Madrid disseram bem alto quem, para eles, merecia o prémio: «Cristiano, Bola de Ouro!».

O jogo

Era a segunda mão dos oitavos de final. O Celta tinha ganho 2-1 em Vigo, em dezembro, e o Real precisava de dar a volta. Ronaldo tratou disso cedo. Marcou aos 2 minutos, com um remate de longe que até o treinador do Celta, Paco Herrera, elogiou no fim, e bisou aos 24. O terceiro chegou aos 87 minutos e Khedira fechou o 4-0 aos 89. Pelo meio, Sergio Ramos foi expulso aos 73, por acumulação de amarelos (Sports Illustrated).

Com 5-2 no conjunto das duas mãos, o Real passou aos quartos de final. Foi o terceiro hat-trick de Ronaldo nessa época e o 18.º desde que chegou a Madrid (Bleacher Report).

O resumo do jogo, no canal da LaLiga:

Porque cantaram «Bola de Ouro»

Na segunda-feira, 7 de janeiro, em Zurique, a FIFA deu a Bola de Ouro de 2012 a Lionel Messi. Era a quarta seguida. Messi teve 41,6% dos votos, Ronaldo ficou em segundo com 23,68% e Iniesta em terceiro (Wikipédia). Na primeira noite em casa depois da gala, o Bernabéu respondeu à sua maneira.

E tu, achas que o Ronaldo merecia a Bola de Ouro nesse ano? Diz nos comentários.

O que aconteceu depois

O Real afastou o Valência e o Barcelona e chegou à final da Taça do Rei. Perdeu-a em casa, a 17 de maio de 2013, com o Atlético de Madrid, por 2-1 após prolongamento. Ronaldo marcou o golo do Real e ainda acabou expulso (Wikipédia).

O cântico acabou por se cumprir um ano depois. A 13 de janeiro de 2014, também em Zurique, Cristiano Ronaldo ganhou a Bola de Ouro de 2013, à frente de Messi e de Ribéry. Era a segunda da carreira, depois da de 2008 (Wikipédia). Os adeptos tinham razão. Só se adiantaram um ano.

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