
Elon Musk, Jeff Bezos, Zuckerberg ou Bill Gates têm algumas coisas em comum, entre elas, constarem na lista dos homens mais ricos do mundo. Além disso, são também personagens bem conhecidos do nosso quotidiano, detentores de autênticos impérios.
Contudo, se pensarmos na mulher mais rica do mundo, vem algum nome à cabeça? Ficas a saber que a ‘jovem’ se chama Françoise Bettencourt e entrou nesta lista em Dezembro do ano passado.
Se pelo nome dela não vais lá, tenho a certeza que a marca que ela detém te vai elucidar muito bem: L’Óreal. Sim, a senhora é herdeira única do império de cosméticos, mas até chegarmos a este ponto houve muita água a passar por baixo das pontes de Paris.
Com 70 anos, Françoise tem uma fortuna avaliada em mais de 90 mil milhões de euros e vive num apartamento em Saint James, um bonito bairro parisiense. Tudo isto por conta do vovô, Eugène Scheuller, que fundou a L’Óreal em 1909.
“O Caso Bettencourt – Escândalo com a mulher mais rica do mundo”, série de três episódios que podes ver na Netflix, expôs a relação difícil de Liliane (mãe) e Françoise (filha). Tudo por causa de François-Marie Banier, fotógrafo de celebridades, que manteve uma relação com a matriarca e recebeu presentes no valor de cerca de mil milhões de euros. Abertamente homossexual e com 25 anos a menos que a ‘crush’, manteve um relacionamento nunca aprovado por Françoise.
Entre escutas e jogadas de bastidores, Françoise acabou mesmo por conseguir ficar com a fortuna, tendo mesmo conseguido a reconciliação com a sua mãe.
Não contamos mais nada, para não estragar a surpresa desta série.
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A mulher mais rica de Portugal é Maria Fernanda Amorim. Com 88 anos, viúva de Américo Amorim, subiu 34 posições na lista dos mais ricos do mundo da Forbes, agora em 567º lugar, com uma fortuna estimada em 4,7 biliões de dólares (aproximadamente 4,3 mil milhões de euros). A sua posição relativa melhorou desde 2022, quando estava em 601º lugar. Apesar da queda da fortuna em 2020, os Amorim recuperaram, mantendo-se estáveis. A herdeira, que subiu 41 lugares desde 2021, é a sexta vez na lista e mantém a riqueza do império Amorim, originada no negócio de cortiça, energia e setor bancário.






