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Football Leaks: Revelações de Rui Pinto ‘tramaram’ Manchester City

O campeão inglês de futebol Manchester City foi banido por duas épocas das competições europeias devido ao incumprimento de regras do ‘fair play’ financeiro, uma decisão deliberada pela Câmara Adjudicatória do Órgão de Controlo Financeiro da UEFA, órgão presidido pelo ex-Procurador Geral da República Cunha Rodrigues.

Na origem desta decisão, estão documentos tornados públicos pelo pirata informático Rui Pinto no caso

O jornal The Guardian indica mesmo que a investigação teve como base informações divulgadas pela revista alemã Der Spiegel que, em 2018, publicou correspondência eletrónica, cedida por Rui Pinto, onde se podia verificar que o proprietário do City, o xeique Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real de Abu Dhabi, suportava grande parte do patrocínio do clube, através da sua empresa Abu Dhabi United Group.

O mesmo periódico inglês escreve que patrocínio anual da camisola, estádio e academia dos citizens, no valor de 81,1 milhões de euros, era praticamente suportado na totalidade pelo dono do clube, e que apenas 9,6 milhões saíram dos cofres da Etihad.

Segundo um outro dos ‘emails’, apenas oito milhões viriam diretamente da Etihad na temporada de 2015/16, uma das abrangidas pela investigação, com o resto a chegar do Abu Dhabi United Group, a empresa que detém o City, o que constitui uma forma de ‘fugir’ às regras implementadas sobre o máximo que um dono pode investir na equipa, camuflando-as de receitas com patrocínios.

As leis de fair play financeiro foram introduzidas pela UEFA em 2011 para restringir os gastos com salários de jogadores e a quantidade de dinheiro que os donos dos clubes europeus podem investir para esconder as despesas e gastos, impedindo os emblemas de registar despesas demasiado elevadas para as receitas que registarem.

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